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E-Social faseado: segunda fase tem início no mês de março

Por Admin | Publicada em 08/03/2018


Desde janeiro de 2018 está em vigor o eSocial no formato faseado - projeto do governo federal que engloba o Ministério do Trabalho, a Caixa Econômica, a Secretaria de Previdência, o INSS e a Receita Federal. Em sua primeira fase (iniciada em janeiro, com vencimento em fevereiro), a obrigatoriedade foi implementada por empresas com faturamento anual acima de R$78 milhões , com o cadastramento de empregadores, e preenchimento de algumas tabelas, como de estabelecimentos e de horários e turnos de trabalho. 

A segunda fase desta primeira etapa tem início neste mês de março, com prazo máximo de entrega para abril, e obrigará as empresas cadastradas a enviarem informações sobre admissões de funcionários, afastamentos e desligamentos. 

Para o Comitê Gestor do eSocial, essa fase é ressaltada com grande importância, pois começará a injetar os vínculos trabalhistas em sua base, sendo um dos grandes benefícios do trabalhador, que passa a ter acesso mais claro e direto aos seus direitos. 

De caráter obrigatório, o eSocial faz com que os empreendedores estejam sempre atentos aos prazos de entrega das informações ao sistema, já que uma fase tem como pré-requisito o cumprimento da fase anterior. As empresas que não se alinharem aos prazos divulgados estarão sujeitas a penalidades e multas. 

Em maio, a fase 3 requer o envio das folhas de pagamento; em julho, a fase 4 solicita a substituição do Guia de Informações à Previdência Social (GFIP) e compensação cruzada; e, em janeiro de 2019, a fase 5, a última, recolherá dados de segurança e saúde do trabalhador.

A unificação e coleta de dados podem ser simplificadas através de soluções de Automação Fiscal, que além de agilizar todo o processo, garantem as entregas de forma segura e assertiva. Porém, a empresa precisa estar atenta quanto a versão desses softwares, como as obrigatoriedades sofrem alterações constantes, a ferramenta precisa estar atualizada.

Outro ponto importante, é, antes de adotar um software de automação fiscal, deve-se checar a abrangência das suas funções. Alguns deles fazem apenas metade do processo, o que pode não resolver a questão e ainda atrasar as entregas. Por tanto, se sua empresa ainda não conta com uma solução de automação fiscal, é hora de avaliar a adoção da ferramenta e poupar o tempo investido nas entregas para outras ações estratégicas da empresa. Pense nisso! 

 

Por Guy Holland, CEO da integrarTI – consultoria independente, especialista em implantação, atualizações, suporte, desenvolvimento e treinamento nos principais ERPs de mercado. Canal de vendas homologado para SAP® Business One pela Ramo Sistemas. Em seu corpo diretivo, conta com profissionais com mais de 10 anos de experiência com o sistema de gestão Protheus da TOTVS®.


Fonte: Administradores